N900: a esperança da Nokia para o mercado de smartphones
Bruno Ferrari
Por alguns dias, troquei meu Milestone (um smartphone com sistema Android) pelo N900, considerado um tablet pela Nokia. Foi uma boa experiência. A função de celular fica em segundo plano no aparelho. O mais legal dele são as funções de computador. Ele vem com o sistema operacional Maemo, baseado em Linux, que é ágil. Fica fácil mover-se entre aplicativos e criar atalhos para eles. Para navegar na internet, o N900 oferece uma versão do Firefox que torna a experiência de uso parecida com a de um PC. O Nokia vem com uma câmera de 5 megapixels, que fez fotos de boa qualidade mesmo em ambientes com luz reduzida. Outros dois destaques são a memória interna, de 32 GB, e o teclado físico, que desliza por trás do aparelho. Mas o N900 tem suas escorregadas. A que mais me incomodou foi a tela de toque resistiva, que obriga o usuário a pressioná-la, em vez de apenas tocá-la para dar comandos (como nos iPhones). O software se comunica em português de Portugal, o que é irritante. O N900 chegará ao mercado no meio de agosto, por cerca de R$ 2 mil. ![]() |
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